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Serviço de Vacina em Domicílio

Vacinar é preciso, por isso a Santa Helena, agora, está cuidando também dessa etapa da sua vida.
Como tudo que fazemos nos comprometemos também, a prevenir desde o RN ao idoso com muito amor e carinho.

Dispomos das vacinas para Meningite B e Influenza Tetravalente (crianças e adultos).


Mais informação ligue: (79) 3216-1473/1472/1482.


1. Vacinação domiciliar:
A Santa Helena também vai ao seu encontro na hora de vacinar. Entre em contato conosco através do nosso telefone e agende seu horário.

2. Contra indicações:
O paciente não poderá ser vacinado caso:
- Tenha apresentado febre acima de 38°C nas últimas 48h
- Faça uso de corticóides a mais de 7 dias
- Tenha alguma doença auto-imune
- Crianças terem se alimentado 30 min. antes da vacina oral (rotavírus)

3. Dúvidas mais comuns:

- Há um período do dia mais indicado para vacinar:
Seu filho pode tomar a vacina a qualquer hora, antes ou depois de comer, ir para escola ou passear. Quando for mais conveniente.

- Tem problema adiantar a dose?
O organismo precisa de tempo para criar a resposta imunológica ("fabricar anticorpos"). Por isso, nada de adiantar as doses. Mas não há problemas em 2 ou 3 dias fora do prazo (antes ou depois).

- A vacina da rede pública e particular tem diferença?
Sim. A depender da vacina, em clínicas particulares elas possuem mais subtipos do agente infeccioso (mais completas), e causam menos reação. Ainda há algumas vacinas que não são disponibilizadas pela rede pública.

- A vacina do posto tem a mesma eficácia e qualidade da vacina particular?
Sim. A eficácia e a qualidade das vacinas são as mesmas, desde que armazenadas corretamente (conforme indicação da Vigilância Sanitária), preparadas e aplicadas de maneira adequadas (indicação do Ministério da Saúde e Laboratórios)

- As vacinas são 100% seguras?
Quase 100%, mas reações graves causadas pelo agente patogênico em pacientes corretamente vacinadas são raras. Em média ocorrem na proporção de 1 para 200mil aplicações.

- Quais são os efeitos colaterais mais comuns?
São mal estar, febre, inchaço, ou dor no local da aplicação, e irritabilidade. Melhoram com compressas frias, antitérmicos, repouso e muito carinho.

- Devo dar antitérmico antes da vacina?
Não. O antitérmico dado antes pode minimizar a eficácia da vacina. Porém, crianças que costumas ter febre seguidas de convulsão são uma exeção a regra.

- Se a criança regurgita a vacina oral, deve tomá-la de novo?
Não. A quantidade de antígenos da vacina é tão grande e a adesão deles à mucosa oral é tão rápida,que basta uma quantidade mínima para garantir uma boa resposta à vacina. Por isso é aconselhado que a criança não seja alimentado 30 min. antes e após a vacina.

- Vacinas causam autismo?
Não. Apesar da controvérsia sobre o assunto os pesquisadores não encontraram conexão entre essa doença e vacinas infantis. Embora os sintomas do autismo se manifestem no mesmo período em que as crianças estão sendo vacinadas, trata-se apenas de uma mera coincidência.

- Pode-se tomar mais de uma vacina no mesmo dia?
Sim. Mas elas devem ser aplicadas em locais distintos na pele com agulhas separadas.

- Qual o significado da marquinha deixada na pele pela BCG?
É esse sinal que indica se a vacina fez efeito. Caso a marca não apareça a dose deve ser repetida.

- A vacinação é diferente para crianças especiais?
Crianças portadoras de algumas síndromes são suscetíveis a infecções causadas pela bactéria pneumococo. Por isso os especialistas reforçam a importância da antimeningocócica.

- Qual a regra para bebês que nascem prematuros?
Acima de 2kg podem ser vacinados normalmente. Caso contrário, espera-se que a criança adquira o peso ideal.

- Há algum truque para diminuir o medo da picada?
Mentiras só aumentam o trauma. O ideal é explicar a acriança sobre a importância das injeções, contando que os próprios pais também já foram vacinados. Fale a verdade: a picada dói, mas passa e a saúde fica.

Recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) - 2014/2015


RECÉM-NASCIDO HOSPITALIZADO: deverá ser vacinado com as vacinas habituais, desde que clinicamente estável. Não usar vacinas de vírus vivos: pólio oral e rotavírus.


PROFISSIONAIS DE SAÚDE E CUIDADORES: todos os funcionários da Unidade Neonatal, pais e cuidadores devem ser vacinados para influenza, varicela (se suscetíveis) e receber uma dose da vacina tríplice acelular do tipo adulto, a fim de evitar a transmissão dessas infecções ao RN.


VACINAÇÃO EM GESTANTES E PUÉRPERAS: a imunização da gestante para influenza (em qualquer idade gestacional) e pertussis (a partir da 20a semana de gestação) constitui excelente estratégia na prevenção dessas doenças em recém-nascidos nos primeiros seis meses de vida, época que eles ainda não estão adequadamente
imunizados.
A prevenção do tétano neonatal não deve ser esquecida, e o momento do puerpério é oportuno para receber as vacinas para doenças para as quais a puérpera seja suscetível: hepatite B, hepatite A, rubéola, sarampo, caxumba e varicela.


VACINAÇÃO DE CONTACTANTES: a prevenção de doenças infeciosas em lactentes jovens e prematuros pode ser obtida com a vacinação de crianças, adolescentes e adultos que têm contato frequente com eles (mãe, pai, irmãos, avós, babás, e outros) - que podem ser fontes, principalmente, das seguintes infecções imunopreveníveis:coqueluche, influenza, varicela, sarampo, caxumba e rubéola. A vacinação desses contactantes, inclusive a mãe, se não ocorreu antes da gravidez ou durante a mesma, deve se dar o mais precocemente possível após o nascimento do bebê, de preferência no período do puerpério.


Comentários: 
1. BCG ID Deverá ser aplicada o mais precocemente possível, de preferência ainda na maternidade, em RNs com peso ≥ 2.000 g.
2. HEPAT ITE B Os RNs de mães portadoras do vírus da hepatite B devem receber ao nascer, além da vacina, imunoglobulina específica para hepatite B (HBIG) na dose de 0,5 mL via intramuscular, logo após o nascimento, até, no máximo, o sétimo dia de vida. A vacina deve ser aplicada via IM no vasto lateral da coxa e a HBIG na perna contralateral. Em função da menor resposta à vacina em bebês nascidos com menos de 2.000 g, recomenda-se completar o esquema de quatro doses.
3. PALIVIZUMA BE É um anticorpo monoclonal específico contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Deve ser aplicado nos meses de maior circulação do VSR, no Brasil, de março a setembro, exceto na região Norte, onde o período de circulação ocorre entre janeiro e fevereiro. É recomendado até 1 ano de idade para crianças nascidas com idade gestacional inferior a 29 semanas; e até 6 meses de idade para crianças nascidas com idade gestacional de 29-32 semanas. Para crianças cardiopatas ou portadoras de doença pulmonar crônica, desde que em tratamento clínico nos últimos seis meses (O², broncodilatador, diurético ou corticoide inalatório), independentemente da idade gestacional ao nascer, recomenda-se até os 2 anos de vida. O palivizumabe deverá ser aplicado também nos bebês hospitalizados que estejam contemplados nestas recomendações. A dose é de 15 mg/kg de peso, por via IM em até cinco doses mensais consecutivas durante a estação de circulação do vírus.
4. PNEUMOCÓCICA CONJUGADA Recém-nascidos pré-termo (RNPTs) e de baixo peso ao nascer apresentam maior risco para o desenvolvimento de doença pneumocócica invasiva, que aumenta quanto menor a idade gestacional e o peso ao nascimento. O esquema deve ser iniciado o mais precocemente possível, de acordo com a idade cronológica.
5. INFLUENZA Respeitar a idade cronológica e a sazonalidade da circulação do vírus.
6. POLIOMIELITE A SBIm recomenda que todas as doses sejam com a VIP. Não utilizar a vacina oral (VOP) em crianças hospitalizadas.
7. ROTA VÍRUS Por se tratar de vacina de vírus vivos atenuados, a vacina rotavírus só deve ser realizada após a alta hospitalar, respeitando-se a idade máxima limite para administração da primeira dose (três meses e 15 dias).
8. TR ÍPLICE BACTER IANA A utilizaçã o de vacinas acelulares reduz o risco de eventos adversos.
9. Haemophilus influ enz ae tipo b Na rede pública, para os RNPTs extremos, a DTPa é disponibilizada pelos Centros de Referência para Imunológicos Especiais (Cries) e, nesses casos, a conduta do Ministério da Saúde é adiar a aplicaçã o da vacina Hib para 15 dias após a DTPa. O reforço da vacina Hib deve ser aplicado nessas crianças aos 15 meses de vida.


* As demais vacinas do Calendário SBIm de vacinação da criança devem ser aplicadas de acordo com a idade cronológica.


1/9/2014 • Preferir vacinas combinadas • Sempre que possível, considerar aplicações simultâneas na mesma visita • Qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente • Eventos adversos significativos devem ser notificados à Secretaria Municipal de Saúde • Algumas vacinas podem estar especialmente recomendadas para pacientes portadores de comorbidades ou em outra situação especial. 

 

 

 

 

 

 

 

 

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